Cleber Verde quer aumentar o consumo de peixe na merenda escolar

Cleber Verde quer aumentar o consumo de peixe na merenda escolar

Cleber Verde destaca que 638 escolas brasileiras já incluíram o pescado na merenda escolar

Brasília (DF) – O presidente do 2º Fórum Parlamentar da Pesca e Aquicultura da América Latina e Caribe, deputado federal Cleber Verde (PRB-MA), defendeu a ampliação do fornecimento de pescado na alimentação escolar, lembrando seus efeitos positivos na saúde dos alunos e na mudança dos hábitos alimentares da população. Segundo o parlamentar, 638 escolas brasileiras já incluíram o pescado na merenda escolar, mas com criatividade e investimentos esse número deve crescer muito nos próximos anos.

A merenda escolar tem importante papel para reduzir a evasão escolar, garantir a saúde dos alunos e mudar hábitos alimentares, explicou Cleber Verde. “Muitas famílias brasileiras ainda não tem o que comer e a merenda funciona como atrativo para os alunos. Atualmente, são servidas 43 milhões de refeições diárias aos alunos das escolas públicas em todo o país. Pela qualidade nutritiva do pescado, o seu uso na merenda escolar melhora a saúde das crianças e o seu rendimento escolar e, ainda, ajuda na disseminação de novos hábitos entre a população”- acrescentou.

Verde destacou aos parlamentares do Chile, Peru, Colombia, República Dominicana, Bolívia e México presentes ao encontro que o governo e o Congresso têm contribuído para aumentar o consumo de peixes, com leis que obrigam as escolas a fornecer alimento saudável aos alunos e a compra direta de alimentos aos produtores. No caso do pescado, já se conta com tecnologia de processamento que o transforma em hambúrguer, facilitando a sua manipulação e o transporte. O governo ainda faz campanhas educativas sobre a alimentação saudável.

Cleber Verde quer aumentar o consumo de peixe na merenda escolarAs informações do parlamentar foram reforçadas pela representante da FAO, órgão das Nações Unidas voltado para a agricultura e alimentação, Miriam Oliveira, que destacou o papel da merenda escolar na melhoria da saúde dos alunos e suas famílias. Além de dar o alimento natural, a escola ensina as pessoas a comer melhor, reduzindo problemas de desnutrição e obesidade.

No caso brasileiro, desde 2009 a legislação determina que 30% da alimentação escolar sejam adquiridos junto a agricultores familiares e a pequenos produtores extrativistas e pescadores, o que contribui para o desenvolvimento econômico e social das comunidades. Segundo Miriam, a FAO está levando esse modelo a outros 14 países da América Latina através de acordos de cooperação. Para tanto, recomenda que os parlamentos e governos aprovem leis sobre merenda escolar, estabelecendo padrão de qualidade e assegurando mercado aos pequenos produtores e pescadores artesanais.

Boa parte dos produtos da merenda escolar no Brasil é fornecida pela Companhia Brasileira de Alimentação – Cobal, empresa pública federal que desde 2003, por obrigação legal, compra os alimentos junto às cooperativas e associações de pequenos produtores em mais de 4 mil municípios e cuida de sua armazenagem e transporte ao destino final.

O caso brasileiro da alimentação escolar despertou o interesse dos parlamentares estrangeiros. O senador colombiano Milton Rodrigues revelou que seu país tem dificuldades com o fornecimento de alimentos de qualidade aos estudantes e pediu informações sobre as leis e a ação do governo nesse setor. A mesma observação fez o senador mexicano Lopes Brito, reconhecendo que a alimentação escolar no México não atende às necessidades do país.

Freddy Sarmiento, deputado do Peru, pediu mais informações sobre o sistema de compra de alimentos da Cobal e sobre a possibilidade de as escolas oferecerem aos estudantes outras refeições além do café da manhã.

Cleber Verde (PRB-MA) explicou aos visitantes que o marco legal da merenda escolar é fundamental para melhorar a qualidade da alimentação fornecida aos alunos. As escolas recebem da Cobal ou compram diretamente aos produtores os alimentos que oferecem, de acordo com a disponibilidade e os hábitos alimentares de cada região. As compras não são centralizadas pelos governos, o que melhora o funcionamento do programa.

Texto: Sérgio Chacon / Ascom – Liderança do PRB
Fotos: Douglas Gomes / Ascom – Liderança do PRB

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