Projeto de Ronaldo Martins define normas para o descarte de medicamentos vencidos

Projeto de Ronaldo Martins define normas para o descarte de medicamentos vencidos

O propósito é evitar intoxicações com o uso inadequado ou seu descarte indevido no meio ambiente

 

No mês de julho de 2012, foi aprovado no plenário da Assembleia Legislativa do Ceará o Projeto de Lei nº 19/12 de autoria do deputado Ronaldo Martins (PRB-CE) que determina às farmácias, drogarias e distribuidoras de medicamentos em operação no Estado do Ceará, disponibilização de espaços adequados em seus estabelecimentos para receberem, em devolução, os medicamentos com data de validade vencida ou deteriorados e inservíveis ao uso pela população. O propósito é evitar intoxicações com o uso inadequado ou seu descarte indevido no meio ambiente.

Segundo a justificativa do projeto, o problema consiste em que, após o uso desses compostos, surgem as sobras, que possuem alto potencial de poluição do meio ambiente e de intoxicação, se forem ingeridos.

Um levantamento realizado pelo IBGE mostra que mais de 80% dos remédios vencidos estão em poder da população, e menos de 20% são provenientes de empresas de saúde ou hospitais. Com tantos produtos armazenados nas residências, e sem políticas públicas de qualidade para o descarte e a conscientização, o destino desses restos acaba sendo a pia da cozinha, o vaso sanitário ou o lixo comum.

As formas de descarte mais comuns entre a população são despejar no vaso ou pia, colocar no lixo orgânico, lixo seco, e guardar em casa, exatamente nessa ordem. Uma pesquisa realizada pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) mostra que a falta de conscientização é comum. Entre 141 pessoas ouvidas, 88% disseram descartar os resíduos em lixo doméstico. Do total de participantes, 25% afirmaram eliminar os produtos nos resíduos em lixo doméstico, 25% afirmaram eliminar os produtos no esgoto, pois não acreditam que possam causar algum tipo de contaminação.

Mas essa ideia não está correta. Quando um composto químico é jogado na pia ou no vaso, ele segue direto para o esgoto, podendo contaminar a água que será enviada para as estações de tratamento.

Um estudo realizado pela empresa de soluções hospitalares Brasil Health Service aponta que um quilo de remédio descartado de forma incorreta é capaz de poluir 450 mil litros de água, aproximadamente.

Texto: Ascom – deputado estadual Ronaldo Martins
Foto: Máximo Moura

 

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