Lopes comemorou aprovação de projeto que concede aposentadoria especial para pescadores artesanais

 

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A partir de agosto de 2014 que o benefício seria concedido.

 

RETROSPECTIVA

Brasília (DF) – Em agosto de 2014, o ministro da Pesca e Aquicultura, Eduardo Lopes (PRB), considerou a aprovação do substitutivo de Lei do Senado (PLS) 150/2013, que concede aposentadoria especial a pescadores artesanais, um grande avanço social para uma das mais tradicionais categorias profissionais do Brasil. “Em todo o País temos pescadores que trabalham duramente para sustentar as suas famílias, quase sempre em condições adversas, longe de casa e expostos o dia inteiro ao sol, à chuva e aos perigos do mar ou dos rios”, recordou à época.

Segundo o ministro, as comunidades pesqueiras são formadas por pessoas simples, mas de muita dignidade. “Desde o litoral aos lugares mais remotos da Amazônia eles capturam pescado para o sustento da família e para a venda em mercados e feiras”, disse. Para ele, a categoria, por suas características, precisa do apoio do poder público. “No ministério, por exemplo, temos um programa, o Pescando Letras, que já alfabetizou milhares deles nos últimos anos”, informou. Ele acredita que a Câmara Federal irá confirmar a proposta aprovada, já que “a medida é, antes de tudo, uma conquista social, justa e necessária”.

Aposentadoria Especial

O texto aprovado concedia aposentadoria especial a pescadores e trabalhadores de atividades afins, desde que tivessem 25 anos de contribuição previdenciária.

Pela proposta aprovada, durante o período de suspensão da pesca, esses trabalhadores deveriam receber o salário-defeso, no valor do piso salarial da categoria, a ser custeado pelo Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). O salário-defeso seria o substituto do seguro-desemprego pago quando ocorrer a paralisação ou suspensão das atividades de pesca em decorrência de ato do Executivo federal.

O projeto estabelecia que o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) averbará como tempo de contribuição o período de defeso decorrente de ato ou norma da União, bastando para isso um simples requerimento e que o segurado comprove sua inscrição no Registro Geral da Pesca.

O substitutivo dispensaria a categoria de comprovar, ao reivindicar esse benefício junto ao INSS, o tempo de trabalho permanente, não ocasional nem intermitente, em condições especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade física. Além do mais, estabelece que o deferimento da aposentadoria especial para esses segurados considerará como preponderante a ação dos agentes naturais. O substitutivo também deixa claro que os pescadores e trabalhadores de atividades afins não serão excluídos do Registro Geral da Pesca se exercerem outra atividade profissional no período de defeso.

 

Fonte: Ascom – MPA, com informações da Agência Senado
Foto 01: MPA
Foto 02: Douglas Gomes

 

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