Marinho defende a adoção de ingressos populares para jogos de futebol

Marinho defende a adoção de ingressos populares para jogos de futebol

Para o deputado Márcio Marinho, o alto valor dos ingressos tira do torcedor o direito de participar dos jogos.

 

Brasília (DF) – O presidente da Comissão do Esporte da Câmara dos Deputados, deputado Márcio Marinho (PRB-BA), defendeu a adoção de ingressos populares de R$ 5 para jogos de futebol no país. Os clubes que adotarem a proposta terão descontos na renegociação das dívidas com a União. A Medida Provisória nº 671, conhecida como MP do Futebol, trata de regras para a renegociação das dívidas dos clubes e a modernização do futebol. O posicionamento do parlamentar foi feito na Comissão Mista, nesta terça-feira (2), durante a apresentação do relatório preliminar.

Na opinião de Márcio Marinho, alguns campeonatos brasileiros estão elitizando o esporte, com o altos preços dos ingressos e excluindo o torcedor de menor poder aquisitivo, que tem o futebol como o único lazer. O deputado acredita que o ingresso popular poderá resgatar a participação do torcedor que deixou de ir ao estádio após as reformas das arenas para a Copa do Mundo de 2014.

O parlamentar baiano entende que a redução do público está diretamente relacionada ao preço dos ingressos. “O trabalhador vem perdendo essa oportunidade e deixando de ir ao estádio torcer pelo clube dele, num esporte que é considerado como cultura popular para o brasileiro”, justifica.

O republicano considera temerosa a relação entre os preços dos ingressos e a exclusão da classe menos favorecida. Márcio Marinho avalia que as federações precisam encontrar soluções para resgatar o torcedor e encher as arenas, cobrando preços mais acessíveis, por isso, considera que o relatório da MP 671 deve fazer referência à proposta.

“O governo tem seu posicionamento com relação a MP do Futebol e encaminhou para o Congresso, porque estava preocupado com a dívida dos clubes. O Parlamento está otimista pois, há um clamor da opinião pública neste momento delicado, que envolve dirigentes da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e da Federação Internacional de Futebol (Fifa)”, afirma Marinho.

O relatório final será apresentado pelo deputado Otávio Leite, na próxima semana. Para Leite, a proposta tem 50 diretrizes para mudar a gestão do esporte, mas está aberta para sugestão dos parlamentares e da sociedade civil. Desde já, o texto estabelece a Lei de Responsabilidade Fiscal do Esporte.

O texto prevê ainda que, no máximo 70% da receita bruta dos clubes, deverão ser utilizadas com gastos do futebol profissional. “Este limite cria a margem de 30% para que o parcelamento da dívida com a União seja cumprida”, disse Otávio Leite.

Texto: Ascom / deputado federal Márcio Marinho
Edição: Maurizan Cruz / Ascom – Liderança do PRB

 

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