Avanços na segurança

Avanços na segurança

É com satisfação que constatamos que a Operação Especial das Forças de Segurança prossegue no Rio de Janeiro. No último sábado (5), as forças de segurança estadual e federal realizaram, por meio da Operação Onerat, a repressão com o objetivo de coibir o roubo de cargas e o crime organizado. Quase 5 mil homens participaram da ação que fez 15 prisões. O diferencial desta ação realizada no Complexo do Lins de Vasconcelos, na Zona Norte da cidade, foi o elemento surpresa, sendo assim, houve desorientação do crime organizado.

A união entre as forças policiais e militares coordenadas e pautadas na inteligência tem o objetivo não apenas de patrulhar as ruas, mas inibir e desmantelar o crime organizado. Temos certeza de que, com a ajuda de todos nós, teremos a satisfação de devolver à população o direito de ir e vir.

Semana passada, tivemos, junto com a bancada do estado, uma reunião com o ministro Raul Jungmann. Ali eu representei o Senado, fui o único senador presente do meu estado. Conversamos que o sucesso está sendo o sigilo da operação, o não vazamento dessa operação.

Nós, do PRB, sempre estivemos atentos em relação à segurança. Este é um assunto que está em nossas pautas de discussões, pois temos um olhar abrangente para o nosso país, e não é possível que a insegurança seja uma mancha Brasil afora.

Sabemos que o caos é generalizado. Dados da Segurança Pública em Rio Branco, dão conta de que, no sábado (5) e domingo (6), ocorreram vários ataques criminosos, 26 pessoas foram presas. Como resultado da operação, 13 pessoas foram presas, três em Feijó e dez em Brasileia, interior do Acre. Segundo nota da Secretaria de Segurança Pública do Acre (Sesp-AC), os ataques foram uma retaliação de facções ao bloqueio de sinal telefônico nas unidades prisionais.

Sei que ainda é cedo fazermos comentários precipitados em relação à operação que, no Rio de Janeiro, completou uma semana, mas tenho certeza de que pode ser modelo para todo Brasil.

É inaceitável que a população do Rio volte àquela paranoia do final dos anos 90, início dos anos 2000, em que as pessoas, especialmente da Região Metropolitana e da Baixada, tinham medo de andar na rua.

De acordo com a Secretaria Municipal de Educação, somente neste ano, uma em cada quatro escolas teve que fechar durante determinados períodos ou foi forçada a interromper as aulas por causa dos tiroteios ou outros tipos de confrontos.

Até o último dia 2 de julho, foram contabilizadas 632 vítimas de balas perdidas no estado do Rio. Destas, ao menos 67 morreram, número que infelizmente não para de aumentar, com algumas dessas vítimas hospitalizadas, não resistindo aos ferimentos.

Estatísticas do Instituto de Segurança Pública (ISP) confirmam o expressivo aumento no número de crimes no Rio de Janeiro ao longo do primeiro semestre do ano, em comparação ao mesmo período de 2016. Os casos de homicídio doloso passaram de 2.472 para 2.723, registrando um crescimento de mais de 10%; os de latrocínio (roubo seguido de morte) aumentaram 21,2% (de 114 para 138 ocorrências) e os de homicídios decorrentes de oposição à intervenção policial tiveram um incremento ainda maior, de 45,3%, subindo de 400 para 581 casos.

Imaginem o impacto da violência para uma cidade com o potencial turístico como o Rio de Janeiro? De acordo com levantamento feito pela Confederação Nacional de Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a criminalidade nos últimos meses contribuiu decisivamente para uma queda de R$ 320 milhões nas receitas do turismo do Rio de Janeiro.

O turismo estadual amargou uma perda de 768,5 milhões entre janeiro e abril deste ano, apenas em comparação com o mesmo período do ano passado.

O turismo é uma das principais vocações de importantes estados. Que turista quer visitar um lugar em que ele vai se sentir inseguro?

Entrei com um pedido junto ao Fundo Nacional de Segurança para o envio de recursos para manutenção de equipamentos da Polícia Militar do Estado, como o caveirão, já que há cinco parados, não funcionando. Há viaturas da polícia precisando de conserto, falta munição e manutenção de armas. Solicitei ao Ministério da Justiça, ao Fundo Nacional de Segurança, recursos para que possamos melhorar as condições da polícia do Rio de Janeiro.

Consegui a doação de coletes à prova de bala da Polícia Civil e vou doar também à Polícia Militar, e à Guarda Municipal da cidade do Rio.

A população merece qualidade de vida e nós, da bancada do PRB, vamos lutar pela segurança em todo Brasil. Contem conosco, sigamos juntos.

Senador Eduardo Lopes
Presidente Nacional do PRB (Interino)

 

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