Prevenção impede derrota pessoal e familiar

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As famílias são o alvo das consequências das drogas e ficam esfaceladas por trás de discursos libertinos, enaltecendo os benefícios do uso da maconha. As vítimas da apologia e consumo de drogas, em sua maioria – mais de 60%, experimentam a maconha antes dos 18 anos, conforme II Levantamento Sobre o Álcool e Outras Drogas.

Os jovens com potencial intelectual e físico deixam suas famílias e seu futuro comprometidos por se tornarem reféns das drogas. O contato de jovens com as drogas sepulta o futuro e põe fim na unidade familiar. Portanto é preciso combater intensivamente esse avanço com ações de conscientização, dedicação das forças políticas municipal, estadual e federal. Sem desmerecer o efetivo trabalho de grupos voluntários como do Movimento Curitiba Te Quero Sem Drogas, que atua com a implementação de atividades esportivas e culturais para atrair jovens a práticas saudáveis.

Na adolescência os jovens estão aprendendo a definir sua trajetória do futuro e, incentivá-los ao esporte é um recurso decisivo no combate às drogas e na ressocialização de ex-dependentes. São realidades opostas e se motivadas as práticas saudáveis, extraem das estatísticas o número de tragédias relacionadas ao consumo de substâncias ilícitas e arrancam o sofrimento de muitos lares que vivem esse problema.

A situação se agrava quando se fala na facilitação do acesso à droga. A mestre em dependência química e coordenadora do II Lenad, Clarice Sandi Madruga, reforça essa posição ao afirmar que o uso da maconha na adolescência é extremamente nocivo. Para ela, facilitar o acesso às drogas, aumenta o consumo e também a proporção de quem tem o problema.

Outro item importante que é preciso salientar é o grande número de jovens que experimentariam a droga, pelo fácil acesso, ou seja, pela legalização. Acredito que aqui no Brasil há um temor. Legalizando qualquer tipo de entorpecente chamará muitos novos usuários, que não fariam o uso se não fosse liberada. Acredito também que temos muita força política e consciente para impedir  a mudança dessas questões.

Sem olvidar dos malefícios causados pela maconha, Valentim Gentil Filho, psiquiatra doutorado em psicofarmacologia clínica pela Universidade de Londres, disse em entrevista à Revista Veja que ?se fosse para escolher uma única droga a ser banida, seria a maconha?. Ele explica que os danos que outras drogas causam ao cérebro, como crack, cocaína e heroína cessam quando deixam de ser usadas. Ou seja, passado o período de abstinência, as funções do organismo se restabelecem. ?Com a maconha, a história é outra. É a única droga a interferir nas funções cerebrais de forma a causar psicoses definitivas, mesmo quando seu uso é interrompido?, diz o médico.

Preservar a saúde dos jovens e consequentemente sua unidade familiar, motivando-os com práticas esportivas é uma alternativa que tem gerado bons resultados. As ações de conscientização já tem o testemunho de diversos jovens recuperados das drogas. Investimento agora pelo futuro de uma sociedade mais saudável.

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