Projeto reserva primeira fila para alunos com TDAH

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Porto Alegre (RS) – Um Projeto de Lei protocolado na Câmara de Vereadores de Porto Alegre pretende melhorar o ensino para crianças com TDAH ou Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade. A idéia apresentada pela vereadora Séfora Mota (PRB-RS) reserva assentos na primeira fila das salas de aulas de escolas públicas e privadas para as crianças ou adolescentes com esse tipo de transtorno. “Temos que ter mais atenção com quem tem TDAH. Se conseguirmos atender aos meios de proporcionar uma melhora no ensino desses jovens, vamos contribuir para o futuro deles e da sociedade”, disse Séfora.

O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é um transtorno neurobiológico, de causas genéticas, que aparece na infância e frequentemente acompanha o indivíduo por toda a sua vida. Ele se caracteriza por sintomas de desatenção, inquietude e impulsividade, causando prejuízos a si mesmo e aos outros. Também é chamado de DDA (Distúrbio do Déficit de Atenção). Ele é reconhecido oficialmente por vários países e pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Em alguns países, como nos Estados Unidos, portadores de TDAH são protegidos pela lei quanto a receberem tratamento diferenciado na escola. Embora a criança hiperativa tenha muitas vezes uma inteligência normal ou acima da média, acontecem problemas de aprendizado e comportamento. Os professores e pais da criança hiperativa devem saber lidar com a falta de atenção, impulsividade, instabilidade emocional e incontrolável da criança.

O TDAH é o transtorno mais comum em crianças e adolescentes. Ele ocorre em 3 a 5% das crianças. O uso de medicações não é suficiente e procedimentos no ambiente e na orientação dos pais quanto ao que fazer são indispensáveis. Por exemplo, crianças que se distraem na sala de aula devem sentar de frente para o professor e longe de lugares que possam se distrair, como janelas e portas.

Para tanto, surgiu a idéia de reservar e indicar aos professores que disponibilizem os assentos da primeira fila para os alunos com o transtorno. O projeto, protocolado essa semana, agora passa pela avaliação da Procuradoria da Câmara e depois segue para votação e análise da Comissão de Constituição e Justiça. “Acredito que vamos ter o apoio dos colegas nesse projeto e vamos conseguir aprovar a proposta para que tenhamos um ensino de mais qualidade e preocupado com as diferenças”, concluiu a vereadora.

Texto e fotos: Ascom vereadora Séfora Mota

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