Marlene Assunção

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Há oito meses no comando da Superintendência Federal da Pesca de Mato Grosso, a nossa entrevistada já comemora diversos avanços no setor. Com a bandeira da solidariedade em punho, Marlene Assunção é responsável por travar discussões e resolver impasses nacionais. Durante a conversa, ela que também é presidente do PRB Mulher de Mato Grosso, nos revela como funciona o dinâmico trabalho de sua equipe batizada de “Gestão 10”.

 

Entrevista

 

1- Como tem sido seu trabalho na Superintendência da Pesca de Mato Grosso?

M.A. – Nestes primeiros oito meses da “Gestão 10” à frente da Superintendência, quero destacar quatro ações que estão fazendo a diferença no Estado. A primeira, é que demonstramos a nossa solidariedade de forma efetiva para a classe profissional e artesanal de pescadores, que estava sendo cruelmente injustiçada por causa de uma Lei que deixaria mais de 6 mil trabalhadores com sérios problemas financeiros, sem ter condições de sustentar suas famílias ou de pagar os financiamentos do PRONAF Pesca. Realizamos uma ação de sensibilização, junto a alguns deputados, para obstrução na votação (na Câmara dos Deputados) e conseguimos êxito com o nosso poder de argumentação. A segunda ação de destaque, é a orientação que damos aos prefeitos para criarem, na sua estrutura administrativa, o departamento de aquicultura, sugerimos inclusive algumas atribuições do setor. Já em terceiro lugar, tivemos uma importante participação na discussão para solucionar o impasse sobre o domínio do Lago “manso” para implantar o parque aquícola. Fomos nós que sugerimos a reunião em Brasília com todos os atores do processo: Governo do Estado; Secretaria de Meio Ambiente do Estado (SEMA); Furnas; Ministério da Pesca; Aquamat e a Secretaria de Patrimônio da União. E, para finalizar, quero destacar ainda a atuação em conjunto com a Secretaria de Desenvolvimento Rural e Agricultura Familiar, onde elaboramos, de forma estratégica, o documento de solicitação do Kit Máquinas para os consórcios.

 

2- Qual a sua opinião sobre a atitude do presidente nacional do PRB, Marcos Pereira, em confiar às mulheres a indicação para assumir cargos importantes?

M.A.-Tal atitude demonstra inteligência e, sobretudo, sabedoria, pois as mulheres possuem características de grandes líderes. Confiar às mulheres a oportunidade para ocupar cargos de direção, legitima o discurso do Partido Republicano Brasileiro.

 

3- Como é lidar com o desafio de representar o Ministério da Pesca e Aquicultura no seu Estado?

M.A. – Sempre lido com os desafios como sendo uma oportunidade de aprender e de socializar o que outras situações me ensinaram. A partir deste pensamento, busco conhecer qual trabalho precisa ser realizado para poder alcançar a meta e contribuir de forma útil.

 

4- Por ser mulher, você teve dificuldades de comandar um meio que, geralmente, é de maioria masculina? Conte-nos um pouco de sua experiência.

M.A. – Até o presente momento não enfrentei dificuldades por ser mulher, até porque, quando estou realizando um trabalho, estou posicionada como um ser profissional

 

5- E o que você destacaria em seu trabalho?

M.A. – Trabalho com muita dedicação, responsabilidade e, sobretudo, primo pela ética, transparência e respeito à coisa pública. Oriento a equipe a sempre dar o melhor a todos que precisam dos nossos serviços, a tratar as pessoas com respeito. A nunca deixar para amanhã o que podemos fazer agora. Batizei a nossa dinâmica de trabalho de “Gestão 10”. Procuro sempre fazer além das atribuições da instituição.

 

6- Quais as metas que a Superintendência se comprometeu para ajudar a alavancar o crescimento do setor pesqueiro no Estado?

M.A. – O alinhamento das políticas públicas das três esferas do governo: federal, estadual e municipal. A política de relacionamento com o governo do Estado, através das suas secretarias estratégicas, que possam contribuir com os programas do Ministério da Pesca e alcançar seus objetivos, que é o de dobrar a produção de pescado, baratear o custo ao público consumidor, a fim de que possamos ter na mesa dos brasileiros um prato de alto valor nutritivo, como também o aumento do consumo de pescado. Enfim, estamos comprometidos com a política de relacionamento com os legislativos estaduais e municipais para aprovar leis que visam o fomento da aquicultura como estratégia de desenvolvimento regional e local.

 

7 – Como tem sido trabalhar com o ministro Marcelo Crivella?

M.A. – Tem sido uma experiência ímpar porque temos nele a retaguarda que necessitamos para sempre avançar nas nossas ações à frente da Superintendência de Mato Grosso.

 

8 – Para você, o que destaca o PRB do atual cenário político brasileiro?

M.A. – O PRB é um grupo político composto por pessoas de bem, com postura ética e respeito à coisa pública. O PRB é organizado em seguimentos para não excluir ninguém, o que torna nossa legenda límpida.

 

Por Jamile Reis – Comunicação Nacional do PRB

Foto: Douglas Gomes

 

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