Dayvison Miranda

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“Ser só de gabinete é muito fácil. Tenho falado com o povo nas ruas”. Em seu primeiro mandato, nosso entrevistado fala de sua atuação na cidade que tem a maior extensão territorial do estado do Rio de Janeiro. Com apenas sete meses de trabalho já exibe projeto de sua autoria sancionado pela Prefeitura. Dedicado e determinado, ele não teme colocar a mão na massa: É comum vê-lo nas ruas atendendo a população campista. Outrora, era envolvido nos bastidores do PRB, começou sua trajetória política na militância e, em seguida, na assessoria parlamentar. Nesta semana, você conhecerá como o republicano Dayvison Miranda se candidatou a vereador e venceu as eleições na cidade de Campos dos Goytacazes.

Entrevista

1. Como você foi apresentado ao PRB?

D.M. – Eu fui apresentado ao PRB a partir da minha amizade com o presidente municipal do grupo. Naquele período passei a interagir mais sobre as questões partidárias, a conhecer o partido de perto e a ter uma admiração muito grande pelo trabalho republicano.

2. De militante do partido a vereador. Como surgiu a ideia de ser candidato?     

D.M. – A ideia de ser candidato a vereador surgiu de repente, pois até então eu já estava assessorando o vereador Vieira Reis. Naquela época, estávamos nos preparando para a campanha de sua reeleição. Porém, Vieira Reis recebeu uma tarefa importante fora do nosso município e o partido precisava apresentar outro nome para a disputa. Com isso, alguns nomes foram apresentados e, para mim, foi um prazer, uma honra ter sido escolhido por ele próprio para me candidatar em seu lugar.

3- Você topou prontamente o desafio?

D.M. – Sim. Naquele instante nasceu dentro do meu peito uma vontade muito forte. Eu tive de amadurecer rápido porque o trabalho de um assessor é completamente diferente do de um parlamentar. Uma coisa é você representar um parlamentar, outra coisa é você representar o povo do seu município.

4- Como tem sido o seu dia a dia nestes sete meses de mandato?

D.M. – O trabalho vem crescendo dia após dia junto à liderança e à cidade. Obedeço sempre o mandamento de nunca estar sozinho, mas sempre andar e pensar em grupo, para mim, isso faz uma grande diferença. Nestes sete meses a luta tem sido constante, pois apesar de fazer parte da base do Governo, o trabalho não tem sido fácil. Representar o povo do município de Campos tem sido uma tarefa árdua e pesada. Eu tenho andado muito nas ruas, não tenho sido um parlamentar somente de gabinete, ser só de gabinete é fácil. Tenho falado com o povo, vendo as prioridades e necessidades da população e, com isso, posso dizer que tenho tido também um trabalho prazeroso, pois apesar de tudo nós temos conseguido resolver um monte de problemas e ganhado um bom destaque.

5- Quanto ao seu desempenho na Câmara Municipal, o que você destacaria?

D.M.- Destacaria o meu primeiro projeto apresentado e já sancionado pela Prefeitura, que foi o pedido de retirada das películas escuras dos carros que fazem o transporte de passageiros. Ultimamente, nós temos visto vários problemas na segurança pública por conta de vans e pessoas que utilizam os veículos de forma irregular para transportar pessoas com segundas intenções/má fé. Nós tivemos um problema desses no Rio de Janeiro, recentemente, onde pessoas foram violentadas dentro desses carros, por exemplo. Hoje, em Campos dos Goytacazes, todos os carros que fazem o transporte de passageiros – seja kombi, vans ou táxis – não podem circular com a película escura.

6- Você esteve em Brasília recentemente. Você pode nos adiantar o resultado de algumas reuniões?

D.M.- Claro, como sou membro da Comissão de Pesca e Aquicultura na Câmara de Vereadores, visitei Brasília acompanhado do secretário da pesca da cidade para uma reunião com o ministro Marcelo Crivella. Tratamos do projeto do interposto pesqueiro que está sendo implantado em Campos dos Goytacazes, lá no Complexo Portuário Farol da Barra do Furado. Fomos buscar recursos e ideias junto ao ministério para que este projeto saia do papel e se torne realidade no município. Estive também com o senador Eduardo Lopes, que tem trabalhado muito pelo estado do Rio de Janeiro em todas as áreas e também na da pesca. Além disso, na mesma ida a Brasília, tive a oportunidade de encontrar o presidente Marcos Pereira, uma pessoa que tem desenvolvido um excelente trabalho na presidência nacional do nosso partido. Em todos os lugares o PRB tem se destacado através do trabalho não só do nosso presidente nacional, mas também de todos nossos parlamentares.

7- Para finalizar nossa conversa… Pra você ser 10 é?

D.M. – Ser 10 é ser de um grupo especial. Especial porque você trabalha para a população com soluções, com projetos e que pensa sempre no bem estar social. Nós pensamos sempre no próximo. Ser 10 é ser um campeão.

Por Jamile Reis – Comunicação Nacional PRB

Foto: Douglas Gomes

 

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