Craidinho

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A família era contra uma nova experiência na prefeitura.  Achava que ele já tinha se dedicado demais e já havia se exposto demais no primeiro mandato. Mas o que fazer quando a vocação política está no sangue? O empresário rural Wilson Marega Craide (o Craidinho, para não confundir com o Craide do pai, dono também de uma importante história política na região), não resistiu aos apelos da população, que reconheceu o bom trabalho feito em gestão anterior, e decidiu retornar para concluir o que tinha iniciado. E o fez lutando contra forças políticas que usaram a máquina administrativa e até tentaram o deixar sem partido.  Ele, entretanto, achou o PRB de portas abertas e, mesmo dispondo de tão pouco espaço na propaganda eleitoral que mal conseguia dizer o nome, Craidinho se candidatou, venceu e agora pode concluir o trabalho que começou em Piumhi, cidade de mais de 30 mil habitantes, localizada no centro-oeste mineiro, a 256 quilômetros de Belo Horizonte.

 ENTREVISTA

1 – O que levou o senhor a se candidatar a prefeito?

Craidinho – Eu já sou prefeito pela terceira vez. Uma, em outra cidade do estado, chamada Cachoeira da Prata, e agora duas, pela cidade de Piumhi. Posso dizer que já é uma vocação. Que vem, inclusive, de família. Meu pai foi deputado estadual durante 36 anos. Então, acabei nascendo em uma atmosfera política.  E a política é uma cosia muito interessante, pois você acaba se envolvendo de tal maneira com seus companheiros e com a população, claro que, cada um a seu modo, que fica muito difícil se desvencilhar disso. Foi essa experiência que me fez ver como é comum as pessoas criticarem, mas não se disporem a mostrar serviço, a trabalhar pela mudança. Eu resolvi trabalhar e mudar. No lugar de ficar criticando, me exponho às criticas, mas tento fazer. Por isso, me apresentei como candidato. Felizmente, as críticas positivas foram mais numerosas, senão eu não seria eleito.

2 – Qual seria a diferença do seu primeiro mandato para esse que se inicia?

Craidinho – No nosso primeiro mandato, eu diria que fizemos um trabalho muito bom em relação ao desenvolvimento da cidade. Posso dizer com certeza, pois fui eleito novamente. Houve um reconhecimento da população. Nós contribuímos de alguma forma. Não eu pessoalmente, o prefeito é apenas uma peça importante, mas uma peça. Mas todo o grupo que se comprometeu com aquela proposta política da qual eu era e sou representante.  Sozinho, você não faz nada, mas com seus companheiros você executa, corrige, ouve. Eu costumo ser muito democrático, procuro descentralizar a administração. Eu tomo as decisões, assumo as responsabilidades, mas sempre ouço meus companheiros. Posso dizer que nessa segunda gestão vamos mais fundo nas modificações e programas implementados e que acabaram dando resultados. Para isso, continuo com minha pretensão de escutar a todos que nos procurem na administração. Outra diferença é que na primeira gestão eu era mais jovem. E, portanto, eu tinha muitos sonhos. Com o passar do tempo, você percebe que as condições administrativas, orçamentárias e até políticas inviabilizam a realização de tudo que você se propôs. Então, a frustação é muito maior. Hoje, tenho mais o pé no chão. Então, minhas metas na administração são mais exequíveis.

3- Quais as principais dificuldades que o senhor está enfrentando nesse começo de mandato?

Craidinho – Acho que conseguir dar a atenção devida a todos. Vamos conseguir, mas existiam tantas demandas reprimidas que ainda não conseguimos dar a devida atenção a todos que nos procuram. E olha que meu vice-prefeito é muito bom e tem nos ajudado bastante nessa missão.  Eu não gostaria de jeito nenhum que qualquer pessoa que nos procurasse na prefeitura, seja amiga ou até adversária política, não fosse atendida.  Seja quem for, terá que ser atendido. Essa atenção tem sido a principal dificuldade.

4 – Por que o PRB?

Craidinho – O PRB foi muito importante na minha história política.  Os grupos que dominavam a política local tomaram conta de todos os partidos. E olha que em Piumhi todas as siglas estão presentes. O único que deixou as portas abertas para mim foi o PRB. Mas isso vem da história, o José Alencar (ex-vice-presidente da República, um dos fundadores do PRB) ligou pro meu pai e pediu que ele montasse o partido na cidade. Olha só como é o destino, mais de sete anos depois, o único partido que abriu as portas para mim foi o que meu pai abriu as portas na cidade. Mas nas eleições eu tinha tão pouco tempo na propaganda que eu só podia falar “meu nome é Craide”, nem Craidinho eu podia dizer que estourava o tempo (risos). Mesmo assim eu venci. E venci graças ao PRB!

5- O que a população pode esperar desse seu novo mandato?

Craidinho – Muito empenho, pois eu tenho que corresponder a essa confiança que a população me deu.

6- E sua prioridade?

Craidinho – Levar o programa “Minha Casa, Minha Vida” para a cidade e concluir o asfaltamento de toda Piumhi. Faltam apenas 48 ruas. Essas metas que necessitam de recursos de fora eu acho que é muito pouca coisa e eu tenho certeza que os deputados do PRB, em especial nosso líder na Câmara, o deputado George Hilton, que é de Minas, vão me ajudar. Com relação aos demais problemas, principalmente em termos de programas sociais para a população mais carente, nós vamos trabalhar para conseguir realizar com nossos próprios recursos atuais.

Por Paulo Gusmão

Foto: Douglas Gomes

 

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